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Em entrevista à imprensa na manhã desta terça-feira (10), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu publicamente o fim da escala 6×1. O deputado afirmou que as discussões atuais são tão necessárias quanto o fim da escravatura e avanços da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT.
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Motta negou que tenha tentado atrasar o debate das mudanças de escala de trabalho. A fala ocorreu após o presidente ter realizado o apensamento de pautas sobre esses projetos, utilizando do instrumento para a tramitação conjunta de proposições que tratam de assuntos iguais ou semelhantes.
“Nós temos a consciência de que, com o avanço tecnológico, com tudo que temos hoje como ferramenta de trabalho, a discussão sobre redução de jornada se tornou inadiável”, analisou Motta, após encaminhar as propostas para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
O presidente comparou o debate sobre a jornada de trabalho a resistências históricas já enfrentadas em outros momentos de ampliação de direitos no país, como o fim da escravidão e a criação da CLT: “Lá atrás, na época da escravidão, [os pessimistas] ficaram contra o fim da escravidão, depois ficaram contra a criação da carteira de trabalho. O que nós vimos foi que, quando se teve coragem de enfrentar essas pautas, o Brasil ganhou.”
As falas de Hugo Motta acompanham o tom do governo Lula, que tem a pauta como prioridade para o ano eleitoral e pretende encaminhar uma proposta própria para a casa legislativa nos próximos meses.
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