
Um homem investigado por homicídios em Maringá foi preso durante uma operação policial em Campo Mourão na quinta-feira, 5. Ele é apontado como um dos suspeitos de participação no assassinato de um jovem ocorrido em uma tabacaria na Avenida Colombo.
Suspeito era procurado por homicídios
A prisão foi resultado de uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Paraná e a Polícia Militar do Paraná, que realizavam uma operação voltada ao combate de homicídios em Campo Mourão. Durante a ação, os policiais localizaram Gustavo José Quirino Vicente da Silva, de 27 anos. Ele era considerado foragido da Justiça de Maringá e tinha três mandados de prisão em aberto por homicídio.
No momento da abordagem, Gustavo estava acompanhado de outro homem que também é investigado por participação em assassinatos na região. Durante a operação, os policiais ainda apreenderam uma arma de fogo que pode ter ligação com crimes investigados pelas autoridades.
Investigado em morte de jovem na Avenida Colombo
O nome de Gustavo já havia surgido nas investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Maringá (DHPP), que apura o assassinato de William da Silva Santos, de 23 anos.


O crime ocorreu na madrugada do dia 23, em frente a uma conveniência na Avenida Colombo. Na ocasião, a vítima estava na calçada do estabelecimento acompanhada de amigos quando um atirador desceu de um carro armado e efetuou diversos disparos. William morreu antes da chegada do socorro.
Outro suspeito já havia sido preso
Em uma fase anterior da investigação, a polícia prendeu Eduardo Ornaghi Sanches, de 18 anos, conhecido como “Duzinho”. Ele é investigado em diversos homicídios registrados em Maringá e também na cidade de Mandaguaçu.
Durante o cumprimento do mandado de prisão, o jovem tentou fugir ao perceber a chegada das viaturas. Inicialmente, a mãe dele informou aos policiais que o filho não estava no apartamento. No entanto, os investigadores desconfiaram da situação ao notar que a cama do quarto estava desarrumada, indicando uma possível saída às pressas.
Após buscas no condomínio, os policiais encontraram o suspeito escondido na casa de máquinas do prédio, onde ele estava deitado tentando se ocultar. O carro utilizado no crime também foi localizado no distrito de Iguatemi, na casa do avô do suspeito.
Versão apresentada pelo suspeito
Após a prisão, Duzinho afirmou à polícia que teria agido em legítima defesa. Segundo ele, William teria efetuado disparos para o alto antes de ser alvejado. No entanto, imagens de câmeras de segurança analisadas pela Polícia Civil não identificaram qualquer discussão, confusão ou tiros anteriores ao ataque, o que contradiz a versão apresentada.
Com a prisão de Gustavo em Campo Mourão, a Polícia Civil segue avançando nas investigações para esclarecer a motivação do crime e identificar possíveis outros envolvidos.
Com informações do Plantão Maringá.





