Uma confusão entre uma inquilina e o proprietário de uma residência terminou com um homem de 48 anos baleado pela Guarda Civil Municipal (GCM) de Maringá na noite desta segunda-feira (09). A situação foi registrada no bairro Parque das Grevíleas.
O homem, que seria proprietário do imóvel, ameaçou a inquilina com um facão, momento em que populares acionaram equipes da GCM, que compareceram ao local.
O suspeito não obedeceu a abordagem das equipes da Guarda, que tentaram contê-lo com um taser (arma de choque). Contudo, o homem seguiu resistindo às ordens dos agentes, que acabaram efetuando disparos de arma de fogo contra o suspeito na região das pernas.
O homem foi atingido pelos tiros e precisou ser socorrido por equipes de socorro do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e do Corpo de Bombeiros, sendo encaminhado posteriormente à Santa Casa de Maringá.
O secretário municipal de segurança pública, Delegado Luiz Alves, afirmou que a ação dos agentes se deu em uma situação de pleno flagrante. Ao efetuarem a prisão do indivíduo, ele se recusou a obedecer a ordem dos guardas.
“Verificaram que era realmente uma situação de flagrante, de ameaça e perigo iminente à integridade física daquelas pessoas. [A equipe] resolveu efetuar a prisão do indivíduo, foi até a residência, determinou que ele se apresentasse, saísse da residência, para que pudesse ser conduzido até a delegacia de polícia e ele recusou. Não só recusou, como desafiou os policiais, que se quisessem prendê-lo, teriam que entrar na residência, que o que era dos policiais estaria ‘guardado’”, afirmou Luiz Alves.
O secretário informou que após os disparos, o indivíduo foi socorrido pelo Samu, que foi acionado pelas próprias equipes da GCM.
“O indivíduo fez o oposto, apoderou de um facão e foi para cima dos agentes. E aí não tiveram outra alternativa a não ser neutralizar aquele indivíduo, impedir, fazer cessar aquela injusta agressão e atiraram, efetuaram disparos de arma de fogo contra as pernas do indivíduo e aquele foi o suficiente para fazer aquela agressão cessar. Então, feito isso, inclusive os agentes prestaram-se o socorro, chamaram o SAMU.”





