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Espaços culturais de Maringá passam por reparos após temporal

Espaços culturais de Maringá passam por reparos após temporal

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Os espaços culturais de Maringá atingidos pelo temporal de segunda-feira (2) passam por reparos para recuperar as estruturas e retomar as atividades. Segundo a Secretaria Municipal de Cultura (Semuc), parte das unidades já voltou a funcionar, enquanto outras ainda dependem de serviços de manutenção ou do restabelecimento da energia elétrica.

No Teatro Calil Haddad, as atividades foram retomadas e o fornecimento de energia elétrica normalizado. O espaço, no entanto, ainda aguarda a regularização do acesso à internet.

No Teatro Barracão Paulo Mantovani, os reparos no telhado foram concluídos. A estrutura teve 40 telhas quebradas e a recuperação contou com o apoio da escola Magnus Domini.

Já no Teatro Reviver Magó, os trabalhos na cobertura chegaram a 75% de conclusão. A Construtora Planingá é responsável pelo serviço, que tem previsão de término para segunda-feira (9). Mais de 100 telhas foram danificadas no local. Parte do material utilizado nos reparos foi doada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon).

O Centro de Ação Cultural Márcia Costa (CAC) também retomou as atividades. Na Casa da Cultura do Jardim Alvorada, as equipes fizeram o desentupimento das calhas, mas ainda não há previsão para a retomada integral do funcionamento.

Entre as bibliotecas municipais, as unidades do Jardim Alvorada, Iguatemi, Parque das Palmeiras, Centro e Mandacaru estão abertas. Na biblioteca do Centro, a substituição de uma porta de vidro está prevista para a próxima semana. Já a unidade da Vila Operária permanece aguardando o retorno da energia elétrica.

Na Biblioteca Mandacaru, os reparos na cobertura foram concluídos. O espaço teve duas telhas danificadas e mantém o atendimento ao público.

De acordo com o secretário municipal de Cultura, Tiago Valenciano, a prioridade é recuperar as estruturas com segurança e permitir o retorno das atividades para artistas e frequentadores. Os trabalhos contam com a participação de instituições de ensino e empresas, entre elas Magnus Domini, Colégio Objetivo, Construtora Planingá e Sinduscon.

 

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