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Em coletiva, agentes detalham Operação Armeiro que prendeu três policiais de Maringá

Em coletiva, agentes detalham Operação Armeiro que prendeu três policiais de Maringá

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Foto: Luciana Peña/CBN Maringá

A operação, desencadeada nesta quarta-feira, 25, pelo Gaeco, pelo 4º Batalhão de Polícia Militar e pela Corregedoria-Geral da PM, prendeu três policiais militares. Eles são acusados de envolvimento com uma organização criminosa de tráfico de drogas. Os indícios surgiram em 2023 após uma operação da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc). E a partir daí o 4º Batalhão pediu que o Gaeco investigasse o caso. Os nomes não foram divulgados.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Alessandro Gobbato, as evidências apontam para o compartilhamento de dados sensíveis e sigilosos dos bancos da Polícia Militar, como informações sobre investigados, boletins de ocorrência e andamento de investigações, inclusive com antecipação de ações das forças de segurança.

“Também há indícios de fornecimento de armas de fogo, inclusive armamento de maior potencial ofensivo, para instrumentalizar essa organização criminosa, além de cobranças intimidatórias e homicídios por encomenda”, diz.

Os policiais estão presos no 4º Batalhão e serão transferidos para Curitiba e caso não haja vaga no Presídio Militar eles serão transferidos para o Complexo Médico Penal.

Segundo o comandante do 3º Comando Regional da PM, coronel José Renato Mildemberger Júnior são policiais que trabalhavam na rua, no serviço operacional do quarto batalhão. “Um deles é cabo e dois são soldados. Inicialmente eles atuavam na ROCAM do quarto batalhão e depois eles foram afastados da ROCAM e trabalhavam na rádio patrulha. Esse afastamento da Rocam já foi uma medida administrativa do comando do batalhão em razão daqueles indícios apontados na investigação do Denarc”, explica.

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