O caso do homem morto a facadas dentro de um ônibus do transporte coletivo de Maringá teve um novo desdobramento. Na noite desta quinta-feira, 28, o delegado Adriano Garcia, responsável pela investigação, confirmou à imprensa que a Justiça decretou a prisão preventiva do suspeito do crime registrado no fim de abril.
“Foi decretada a prisão preventiva do autor das facadas que levaram a óbito um homem monitorado por tornozeleira eletrônica no interior de um ônibus de transporte coletivo, na Avenida Nildo Ribeiro”, afirmou o delegado. O homicídio aconteceu na noite do dia 27 de abril, dentro de um ônibus do transporte coletivo, nas proximidades da UPA Zona Sul, na Avenida Arquiteto Nildo Ribeiro da Rocha, em Maringá.
A vítima foi identificada como Thiago Henrique de Oliveira Araújo, de 35 anos. Conforme informações apuradas pelo GMC Online, Thiago morreu após ser atingido por diversos golpes de faca durante uma discussão dentro do coletivo, que estava lotado no momento do crime.
Segundo relatos de testemunhas e informações repassadas pelo motorista do ônibus, a confusão começou na parte traseira do veículo após um desentendimento entre dois passageiros. As circunstâncias que motivaram a discussão ainda não foram totalmente esclarecidas.
Testemunhas relataram que Thiago utilizava tornozeleira eletrônica e teria provocado o suspeito durante o trajeto. Ainda conforme os relatos, houve troca de ameaças antes do ataque. Em determinado momento, o agressor, que portava um canivete, desferiu vários golpes na região do abdômen da vítima.
Após a agressão, passageiros tentaram prestar socorro enquanto o motorista conduziu o ônibus até a UPA Zona Sul. Thiago chegou a receber atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde. Logo após o crime, o suspeito fugiu do coletivo e não havia sido localizado. Agora, com a prisão preventiva decretada, a Polícia Civil intensifica as diligências para localizar o investigado.
Na época do crime, a TCCC, concessionária responsável pelo transporte coletivo de Maringá, informou que colaborava integralmente com as autoridades, incluindo o fornecimento de imagens e informações operacionais para auxiliar na apuração do caso. A investigação segue em andamento.






