Em homenagem aos 79 anos do município, celebrados no último dia 10 de maio, os alunos e professoras do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Maria Doná Ferraz confeccionaram maquetes que replicam os principais pontos turísticos da Cidade Canção. As obras compõem uma exposição aberta ao público no Paço Municipal, com visitação disponível até o dia 3 de junho, das 8h às 17h30.
Ao todo, o projeto pedagógico mobilizou 12 turmas da unidade escolar, envolvendo cerca de 258 crianças com idades entre 1 e 5 anos. O resultado do esforço coletivo soma nove maquetes detalhadas e uma árvore cenográfica estruturada para ambientar a réplica do Parque do Ingá.
A lista de locais homenageados pelas crianças abrange a diversidade arquitetônica, verde e cultural de Maringá:
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Catedral Metropolitana Basílica Menor Nossa Senhora da Glória;
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Parque do Ingá e Parque das Grevíleas;
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Parque do Japão e Eurogarden;
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Teatro Calil Haddad e Parque de Exposições;
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Vila Olímpica, Feira do Produtor e o complexo do “Buracão”.
Toda a matéria-prima utilizada na construção dos cenários é de origem reciclável, reaproveitando itens como papel, palitos e insumos escolares descartados, além de elementos naturais como plantas, flores e galhos secos coletados pelas educadoras nas áreas verdes do município.
A confecção das maquetes foi integrada à grade curricular ao longo de duas semanas, fornecendo estímulos sensoriais e motores adequados para cada etapa do desenvolvimento infantil.
A estudante Caroline Rodrigues, de 5 anos, compartilhou com entusiasmo a experiência de ajudar a erguer o principal símbolo da cidade. “A minha turma trabalhou na maquete da Catedral, que é muito alta e bonita. Eu pintei com tinta guache e foi muito divertido. Minha mãe veio ver a nossa atividade e os trabalhos das outras turmas. Tinha a feira, o Buracão e até os macaquinhos do Parque do Ingá”, relatou a aluna.
Para a diretora do Cmei, Aline Aparecida Viana, o propósito central foi tirar o ensino do campo abstrato e gerar conexão comunitária desde os primeiros anos de vida.
“O projeto foi pensado para proporcionar às crianças experiências significativas de aprendizagem por meio da exploração da cultura e dos espaços da cidade onde vivem. Durante a construção, trabalhamos coordenação motora, percepção espacial, criatividade, socialização e o sentimento de pertencimento”, explicou a diretora.
A secretária municipal de Educação, Adriana Palmieri, chancelou o impacto da mostra, lembrando que a celebração do aniversário da cidade dentro das escolas ajuda a sedimentar a identidade cultural do estudante.
De acordo com a secretária, o projeto demonstra a capacidade da educação infantil de convergir criatividade e cidadania de forma lúdica. Ao pesquisarem e materializarem os espaços públicos e históricos regionais, os alunos expandem competências cognitivas e socioemocionais que refletirão em sua formação social.






