A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu o homem acusado de matar Dona Eulália, de 70 anos, moradora de Maringá. Ele responderá pelo crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.
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A decisão representa uma nova etapa no caso, que começou a ser investigado como desaparecimento e terminou com a localização do corpo da idosa no Rio Tigre, em Nova Londrina, no noroeste do Paraná.
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Dona Eulália havia saído de Maringá com destino a Nova Londrina. Segundo as informações registradas durante a investigação, ela embarcou em um ônibus, mas não chegou ao destino e deixou de manter contato com familiares. Após o desaparecimento, familiares procuraram as autoridades e a Polícia Civil do Paraná (PCPR) iniciou as diligências para localizar a idosa.
Corpo de Dona Eulália foi encontrado no Rio Tigre
Durante as buscas, o corpo de Dona Eulália foi localizado no Rio Tigre, em Nova Londrina. A descoberta mudou o rumo da investigação. O caso, que inicialmente era tratado como desaparecimento, passou a ser investigado como latrocínio.
De acordo com a Polícia Civil, as diligências apontaram ainda que a vítima mantinha um relacionamento afetivo com o homem investigado. Segundo a delegada Angélica Ferreira, responsável pelo caso, o suspeito teria utilizado essa aproximação para obter vantagem patrimonial.
“Conforme apurado, a vítima mantinha um relacionamento afetivo com o investigado, que teria utilizado essa aproximação para obter vantagem patrimonial. As provas reunidas indicam que essa relação culminou na morte da idosa”, afirmou a delegada.
Polícia Civil concluiu investigação
A Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou o investigado por latrocínio. O procedimento foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público. O homem já estava preso. O mandado de prisão contra ele foi cumprido pela Polícia Civil no dia 22 de julho.
Agora, com o recebimento da denúncia pela Justiça, o acusado passa à condição de réu e responderá à ação penal pelo crime de latrocínio.
O processo segue na Justiça, e a acusação ainda será analisada no decorrer da ação penal.
Relembre o caso
O desaparecimento de Dona Eulália mobilizou familiares e as forças de segurança depois que ela embarcou em um ônibus com destino a Nova Londrina e não chegou ao local previsto.

A investigação avançou até a localização do corpo no Rio Tigre. A partir das provas reunidas, a Polícia Civil apontou que a morte estaria relacionada à tentativa de obtenção de vantagem patrimonial por parte do investigado.
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