A Polícia Militar do Paraná vai ganhar um novo Complexo de Treinamento Policial em Maringá. A estrutura será implantada junto à 2ª Escola de Formação, Aperfeiçoamento e Especialização de Praças (2ª EsFAEP) e receberá investimento superior a R$ 14,7 milhões.
Com área total de 1.876,48 metros quadrados, o empreendimento foi projetado para concentrar em um único espaço atividades de formação, aperfeiçoamento e treinamentos especializados de policiais militares das regiões Norte e Noroeste do Estado.
Os projetos executivos da obra já foram concluídos e entregues. Agora, a iniciativa avança para a fase preparatória da licitação que definirá a empresa responsável pela construção. Após a emissão da ordem de serviço, o prazo previsto para execução é de 540 dias.
A expectativa é que o novo complexo proporcione melhores condições para a formação dos futuros policiais militares, com ambientes de instrução modernizados, infraestrutura de apoio ampliada e mais recursos destinados às atividades práticas.
Segundo o secretário estadual da Segurança Pública, Saulo de Tarso Sanson, o investimento representa um avanço para a qualificação profissional da corporação.
“A construção deste complexo representa um importante avanço para a capacitação policial no Paraná. Estamos investindo em uma estrutura moderna, que proporcionará melhores condições de ensino, treinamento e aperfeiçoamento, refletindo diretamente na qualidade dos serviços prestados à população”, afirmou.
O comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva, destacou que a nova estrutura permitirá treinamentos mais próximos da realidade enfrentada pelos policiais no dia a dia.
“A preparação dos nossos policiais é um dos pilares da segurança pública. O novo complexo permitirá treinamentos mais modernos e realistas, fortalecendo a capacidade operacional da corporação e garantindo profissionais cada vez mais qualificados para servir e proteger os paranaenses”, disse.
O projeto integra os investimentos do Governo do Paraná voltados ao fortalecimento das forças de segurança pública e também deve ampliar a autonomia da Polícia Militar nas atividades de ensino, reduzindo a necessidade de utilização de estruturas externas para cursos e treinamentos especializados.






