A cena cultural do interior do Paraná ganha um reforço histórico este mês. Maringá foi confirmada como uma das oito cidades paranaenses a sediar o Programa Museus Satélites, uma iniciativa pioneira da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC). O município receberá um núcleo do prestigiado Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), com cerimônia de inauguração marcada para o dia 28 de maio, às 19h30, no Teatro Calil Haddad.
O projeto é fruto de um termo de cooperação assinado em dezembro de 2025, que visa romper com o eixo tradicional de exposições concentradas na capital. Com a instalação do satélite, Maringá passa a integrar uma rede estratégica de difusão artística, facilitando o acesso da população local ao vasto patrimônio histórico e artístico do Estado.
Para a administração municipal, a chegada do MAC-PR não é apenas um ganho estético, mas um motor para o desenvolvimento regional. O prefeito Silvio Barros classificou a conquista como um “avanço histórico”.
“Receber um núcleo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná é um marco para Maringá e para a região. O programa reforça nossa vocação cultural e cria novas oportunidades de formação, turismo e educação. Maringá passa a integrar uma rede estadual inovadora, que democratiza a cultura e aproxima grandes acervos da população”, destacou o prefeito.
O secretário de Cultura, Tiago Valenciano, reforçou que a unidade terá um papel fundamental na formação de novos públicos. Segundo ele, o projeto posiciona a cidade como uma referência estadual em políticas públicas acessíveis, incentivando a educação cultural desde a base.
A iniciativa faz parte de um movimento amplo de interiorização da cultura paranaense. A secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, enfatizou que o programa reflete o momento de maior investimento no setor na história do Paraná.
“Os Museus Satélites representam uma transformação histórica. Estamos levando patrimônio, arte e memória para além da capital e fortalecendo as identidades regionais. É uma iniciativa que reafirma o compromisso com o acesso democrático e permanente aos bens culturais”, afirmou a secretária.






