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Veja o que se sabe sobre a morte de homem de 93 anos atacado dentro de casa na região de Maringá

Veja o que se sabe sobre a morte de homem de 93 anos atacado dentro de casa na região de Maringá

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Foto: Equipe GMC Online

A Polícia Civil de Mandaguari segue investigando o assassinato do idoso Florêncio Caetano, de 93 anos, conhecido como “Capixaba”, morto dentro da própria casa na madrugada desta segunda-feira, 6. Em entrevista, o delegado responsável pelo caso, Zoroastro Nery, afirmou que as apurações ainda estão em fase inicial, mas já há elementos importantes reunidos.

Segundo o delegado, a ocorrência foi registrada por volta das 5h, embora a suspeita seja de que o crime tenha acontecido entre 4h e 5h da manhã. A Polícia Militar foi a primeira a chegar ao local e conseguiu registrar vídeos com uma das vítimas ainda com vida. Nessas imagens, o homem de 58 anos, apontado como cuidador do idoso, indicou quem seria a autora das agressões.

De acordo com as investigações, a principal suspeita é uma mulher que frequentava a residência e, segundo a polícia, seria usuária de drogas. Conforme relatado, ela recebia ajuda do idoso. Em depoimento, no entanto, a mulher negou envolvimento no crime e afirmou que não esteve na casa no dia dos fatos, apesar de confirmar que esteve no local no dia anterior.

Durante a perícia, foi apreendida uma camiseta com vestígios que podem ser de sangue, material que já foi encaminhado para análise laboratorial. Além disso, uma anilha de metal encontrada dentro da casa é considerada um possível instrumento utilizado nas agressões. Segundo o delegado, o objeto pode pertencer a um familiar da vítima que trabalha com academia.

A dinâmica do crime ainda está sendo esclarecida, mas a principal hipótese é de que o idoso tenha sido atacado primeiro. Em seguida, o cuidador também foi agredido, mas conseguiu sair da residência e pedir ajuda a uma vizinha.

Apesar dos indícios, a Polícia Civil ainda não descarta outras possibilidades e investiga se houve participação de mais pessoas. Até o momento, com base no relato da vítima sobrevivente, a suspeita teria agido sozinha.

A motivação do crime ainda não foi definida. Uma das linhas de investigação considera a possível relação com o uso de drogas, mas o delegado ressaltou que não há confirmação. Também não há informações concretas sobre eventual roubo na residência, já que as vítimas não tiveram condições de relatar se algum objeto foi levado.

A suspeita permanece à disposição da Justiça, e o caso segue em investigação. A polícia aguarda novos depoimentos, análises periciais e possíveis imagens de câmeras da região para esclarecer completamente o crime.

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